A Dra. Tatiana Sampaio, cientista da UFRJ que lidera as pesquisas com a polilaminina, contou ao Só Notícia Boa que pacientes que ficaram paraplégicos ou tetraplégicos após acidentes estão enfrentando novas dificuldades para conseguir o uso compassivo do medicamento experimental brasileiro.
Segundo ela, antes, pacientes com lesões de até 90 dias podiam ser contemplados. Mas a Anvisa restringiu os critérios e reduziu essa janela para apenas 3 dias, além de limitar os tipos de lesão que podem receber a polilaminina.
O resultado, segundo a pesquisadora, é uma fila que já chega a aproximadamente 500 pessoas pedindo acesso ao medicamento — e muitas delas já tiveram o pedido negado. Fora os pedidos internacionais.
Tatiana contou ainda que tenta conversar com a Anvisa e com o ministro da Saúde para discutir esses critérios e encontrar uma saída para os pacientes, mas, até agora, não conseguiu retorno.
Por isso, precisamos da ajuda de vocês.
Compartilhe este vídeo. Marque a @anvisaoficial, o Ministério da Saúde e o presidente @lulaoficial.
Vamos fazer este vídeo chegar a quem pode abrir esse diálogo.
A polilaminina ainda é um medicamento experimental e precisa cumprir todas as etapas necessárias para comprovar definitivamente segurança e eficácia. O que esses pacientes estão pedindo é que o assunto seja ouvido e discutido.
Compartilhe. Vamos fazer essa voz chegar a Brasília.
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